50 cidadãos lançam Manifesto Açoriano pelos Direitos Fundamentais

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Na lista divulgada este domingo, 3 de maio, constam nomes de diversas áreas, a maioria empresários mas também médicos, músicos, um economista ou um jurista.

Os signatários defendem uma “alteração das estratégias de combate à pandemia implantadas na região” com enfâse na ilha de São Miguel, a mais afetada pela pandemia.

No Manifesto Açoriano pelos Direitos Fundamentais, os 50 cidadãos elencam “o efeito devastador” de mais de um ano de pandemia e de medidas que consideram ser “opressivas, autoritárias e profundamente penalizadoras da economia e da sociedade em geral”, ainda que “tomadas com um compressível e justificado sentido de salvaguarda da saúde pública”, refere o documento.

Entre as várias medidas propostas pelo manifesto, está, por exemplo, a reabertura de todos os níveis de ensino bem como a retoma do funcionamento dos estabelecimentos comerciais e culturais afetados pelas restrições. O documento solicita ainda o restabelecimento do direito à circulação dos cidadãos, a criação de uma comissão multidisciplinar de acompanhamento da pandemia bem como a implementação com carácter urgente de um plano de revitalização económica da ilha de São Miguel.        

Os signatários do manifesto pedem ao Governo regional, aos partidos políticos e aos representantes dos setores sociais e económicos da sociedade “um esforço conjunto na normalização da vida dos cidadãos e no combate equilibrado da pandemia”.

O documento e a lista de signatários podem ser consultados aqui.

DL

Categorias: Regional

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