Governo açoriano prevê intervenção a “médio prazo” em escola degradada de Ponta Delgada

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O presidente do Governo regional dos Açores disse hoje que o executivo açoriano pretende realizar a “médio prazo” uma “intervenção de fundo” na escola secundária Antero de Quental, em Ponta Delgada, um imóvel de interesse público degradado.

Em declarações aos jornalistas após visitar o estabelecimento de ensino onde seis salas estão encerradas devido à degradação, José Manuel Bolieiro realçou que executivo açoriano está a realizar “intervenções de emergência” para “eliminar, dentro do possível” a “queda de tetos”.

O presidente do Governo regional adiantou o “objetivo” de realizar “intervenção de fundo”, “aproveitando” o próximo período de fundos comunitários de 2021-2027.

“Naquela que será uma componente de esforço direto do nosso orçamento, pois é possível fazer com mais rapidez. Aquela que depender da comparticipação de fundos comunitários, pois será mais a médio prazo”, respondeu Bolieiro aos jornalistas, questionado sobre os prazos para a intervenção na Escola Antero de Quental.

O presidente do Governo regional esteve na escola secundária Antero de Quental a propósito do lançamento do terceiro ciclo de conferências do “Liceu d´Antero”.

“Este palácio e a Escola Secundária Antero de Quental é uma das nossas prioridades e um dos nossos compromissos, porque faz parte da nossa identidade e do património edificado que honra Ponta delgada e os Açores”, declarou.

A Escola Secundária Antero de Quental, na ilha de São Miguel, está desde 1901 situada no Palácio da Fonte Bela (então designada como Liceu de Ponta Delgada), um edifício do século XIX, localizado no centro de Ponta Delgada, classificado como imóvel de interesse público.

Atualmente, existem seis salas na escola (incluindo a biblioteca) que estão encerradas devido aos elevados níveis de degradação.

O ciclo de conferências do “Liceu d´Antero” decorre de segunda a sexta-feira, tendo mais de 30 oradores, entre eles Nuno Crato, Santana Castilho, António Onofre Soares e Raimundo Quintal.

Lusa/ DL

Categorias: Educação

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