Governo incentiva diferenciação agrícola na Região com majoração às taxas de apoio ao investimento

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O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente destacou a aposta do Governo dos Açores na promoção da diversificação agrícola e no reforço do associativismo por forma a conquistar “dimensão” competitiva, nomeadamente com a majoração das taxas de incentivo a projetos de investimento que, na área da fruticultura, e, em conjunto, pode atingir mais 10% de apoio a fundo perdido.

“Tomamos uma decisão que me parece relevante ao criar sistemas mais atrativos para que a fruticultura tenha neste Quadro [Comunitário de Apoio] um crescimento mais significativo”, à semelhança do que já se verifica na hortofloricultura, afirmou Luís Neto Viveiros, referindo-se às taxas propostas à Comissão Europeia no âmbito da negociação do Programa de Desenvolvimento Rural (PRORURAL+).

Para o titular da pasta da Agricultura, que falava à margem da cerimónia de lançamento da nova marca da AgromarienseCoop e da marca comunitária de certificação da ‘Meloa de Santa Maria/Açores’, pretende-se com esta decisão e ainda com o reforço de 20% das ajudas inscritas no POSEI para a diversificação agrícola, “criar condições para que se reduzam as importações”, se consolide o mercado interno e se promovam as exportações.

Nesse sentido, destacou também a majoração que é atribuída aos promotores de projetos de investimento em todas as áreas de atividade agrícola, se associados a organizações reconhecidas, dando assim cumprimento ao princípio defendido na Política Agrícola Comum (PAC) e reforçando a capacidade competitiva através da concentração das produções.

Neto Viveiros defendeu que, através da organização dos agricultores, é possível obter “mais vantagens ao nível dos mercados” e ao nível do transporte entre as ilhas e para o exterior da Região, devido à “dimensão que a concentração da produção significa”.

DL/Gacs

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