Investidos 9,3 milhões de euros em equipamento de proteção individual nos Açores

Foto: GaCS

A Secretária Regional da Saúde anunciou este sábado, 28 de março, um investimento de cerca de 9,3 milhões de euros em equipamentos de proteção individual, assim como um novo reforço de reagentes e consumíveis laboratoriais, no âmbito da estratégia de prevenção e contenção da COVID-19.

Teresa Machado Luciano falava, em Angra do Heroísmo, numa conferência de imprensa para apresentação das medidas de reforço do Serviço Regional de Saúde para o combate à pandemia COVID-19.

A titular da pasta da Saúde adiantou que este equipamento “já começou a chegar à Região, sendo a entrega gradual e contínua a partir da próxima semana”, para garantir “as melhores condições de trabalho e de segurança aos cerca de 5.200 profissionais da saúde e aos 900 agentes da proteção civil e bombeiros dos Açores e a tantos outros funcionários da área social que estão diretamente envolvidos”.

Num investimento de 9,3 milhões de euros, “foram adquiridas 970 mil máscaras cirúrgicas, 1.058.600 máscaras FFP2, 9.800 máscaras do tipo FFP3 de proteção contra agentes biológicos e 3.250 máscaras com viseira integrada”, revelou a Secretária Regional da Saúde.

Serão ainda entregues “com caráter de urgência”, adiantou Teresa Machado Luciano, “59.740 fatos de proteção individual, 62.540 óculos de proteção descartáveis, 57.460 batas de uso único impermeáveis, 2.881.760 luvas não esterilizadas, 142.209 luvas cirúrgicas esterilizadas, 82.712 toucas de uso único e 61.900 proteções de calçado”.

A titular da pasta da Saúde revelou ainda que “foi contratado pela Região um novo reforço de reagentes e consumíveis laboratoriais para ampliar a nossa capacidade de realização para 51 mil testes, com a entrega, já a partir da próxima semana, do material necessário para os dois laboratórios hospitalares”.

A Secretária Regional salientou que, mesmo com estas significativas aquisições, irá manter-se a “monitorização diária dos consumos e das necessidades que se verificam nos hospitais e nas unidades de saúde de ilha de toda a Região”, bem como “a possibilidade de novas aquisições nos mercados nacionais e internacionais”.

O esforço para dotar os profissionais dos meios necessários ao cumprimento da sua missão em segurança foi “particularmente desafiante e exigiu mesmo um processo negocial persistente no mercado nacional e internacional deste tipo de material hospitalar”, acrescentou Teresa Machado Luciano.

DL/GaCS

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