Laboratório das Energias Renováveis promove ensino experimental da ciência, afirma Nelson Simões

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O Diretor Regional da Ciência e Tecnologia salientou a “importância da aprendizagem prática”, através de processos de experimentação, como forma de estimular a curiosidade dos alunos em várias áreas do saber no âmbito da vida escolar.

Nelson Simões considerou, por isso, que a criação de um ‘Laboratório das Energias Renováveis e das Coisas da Ecologia, da Matemática, da Física, da Química e da Robótica’ na Escola Básica e Integrada Canto da Maia, em Ponta Delgada, vai promover “o ensino experimental das ciências e difundir a cultura científica e tecnológica” junto dos alunos, além de “proporcionar, de forma ativa, interativa e inclusiva uma ciência para todos”, nomeadamente para os alunos que apresentam maiores dificuldades em termos de aprendizagem.

O Laboratório das Energias Renováveis destina-se aos alunos do 1.º e 2.º ciclos do ensino básico da EBI Canto da Maia, mas também a alunos com necessidades educativas especiais, de programas alternativos e de outras escolas.

Para o Diretor Regional, as áreas científicas que integram este espaço potenciam “uma aprendizagem prática através da realização de experiências e da construção de protótipos, essenciais para a aquisição de novas competências científico-tecnológicas, culturais e sociais por parte dos alunos”.

Este laboratório, que tem como tema central as energias renováveis, vai interligar a ciência e a tecnologia, privilegiando a aquisição de novas competências de observação, investigação, experimentação e registo de atividades de pesquisa, permitindo também que seja implementado um conjunto articulado de programas específicos, extracurriculares, para a aquisição de competências académicas.

O projeto deste laboratório resulta de uma colaboração entre o Centro de Ciência Viva – EXPOLAB e a EBI Canto da Maia, em parceria com as direções regionais da Ciência e Tecnologia e da Educação, a Escola de Novas Tecnologias e a EDA Renováveis.

A Direção Regional da Ciência e Tecnologia contribuirá anualmente com uma verba de 2.500 euros para a aquisição de equipamento e para o funcionamento deste laboratório durante dois anos.

DL/Gacs

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