Prolongada situação de calamidade pública em cinco ilhas

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O governo açoriano decidiu prolongar até às 24:00 de 06 de novembro a situação de calamidade pública em Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial (com ligação aérea ao exterior), mantendo as restantes quatro ilhas em alerta.

Num comunicado enviado hoje às redações, o executivo justifica a medida com “a situação epidemiológica que se verifica a nível nacional e internacional”.

A decisão foi tomada numa reunião extraordinária do Conselho do Governo realizada na quinta-feira, por videoconferência.

Assim, foi decidido “a prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial até às 24:00 do dia 6 de novembro”.

O executivo decidiu também prorrogar “a declaração da situação de alerta nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo até às 24:00 do dia 6 de novembro”.

Os Açores têm atualmente, segundo o balanço de quinta-feira, 69 casos positivos ativos, dos quais 46 em São Miguel, 11 na Terceira, um na Graciosa, quatro no Pico, quatro no Faial, dois em Santa Maria e um na ilha das Flores.

O Governo Regional decidiu também determinar, para todo o arquipélago açoriano, a manutenção, até às 24:00 de 06 de novembro, da suspensão de todas as deslocações em serviço de trabalhadores da Administração Regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, para fora do arquipélago.

Ficam igualmente suspensas “todas as deslocações ao arquipélago de entidades externas solicitadas pela Administração Regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, salvo se absolutamente imprescindíveis, desde que autorizadas pela Autoridade de Saúde Regional”.

É recomendado que outras entidades públicas e privadas do arquipélago “adotem igual procedimento quanto à deslocação dos seus trabalhadores para o exterior” dos Açores.

As medidas “podem ser revertidas ou anuladas a qualquer momento, tendo em conta a evolução da situação da pandemia de covid-19 na região”, salienta o Governo Regional, que reitera a necessidade de “cumprimento das orientações relativas ao uso de máscara, ao distanciamento físico e à etiqueta respiratória”.

LUSA/DL

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