Ribeira Grande aprova orçamento para 2021 de 24,6 milhões de euros

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A Câmara da Ribeira Grande aprovou, na reunião camarária desta quinta-feira, o orçamento e as grandes opções do plano para 2021, num total de 24,6 milhões de euros, montante que configura um aumento de 3% em relação ao ano anterior. O orçamento foi aprovado com os votos a favor dos vereadores eleitos pelo PSD e os votos contra dos vereadores do PS.

O orçamento para 2021 apresenta “políticas públicas que vão ao encontro da necessidade de alavancar a economia local em resposta aos reflexos negativos provocados pela pandemia ao longo dos últimos sete meses mantendo, de igual modo, o apoio aos mais desfavorecidos”, explicou Alexandre Gaudêncio.

“Embora os dados do Instituto Nacional de Estatística apontem para uma taxa de -8,5% nas contas do Produto Interno Bruto Nacional para 2020, em 2021 prevê-se um crescimento de cerca de 5,4%. No entanto, esse crescimento previsto a nível nacional só terá verdadeiro impacto no nosso dia-a-dia em 2022”, explicou.

Neste contexto, adiantou o autarca, “a Câmara da Ribeira Grande pretende lançar novas medidas de apoio ao setor empresarial, onde se destaca o regulamento municipal de relançamento da economia e do investimento pós-covid.”

O orçamento para 2021 também apresenta um “reforço nos apoios sociais”, salientou o autarca, sendo que as funções sociais representam 55,1% e um reforço das funções económicas que representam 33,3% do plano e orçamento, mais 10% em relação ao ano transato.

Em nota enviada, o município refere ainda que “em relação às despesas correntes, estas representam cerca de 46,7% do total das despesas, sendo que a maior fatia diz respeito a despesas com pessoal (52,6%), enquanto a aquisição de bens e serviços representa 30,6%. Essa situação deve-se, sobretudo, às prestações de serviço na área da recolha de resíduos, programas de apoio social (fundo de emergência social e habitação degradada), às rendas de habitações sociais do programa PROHABITA e do apoio escolar” e conclui destacando que “pela primeira vez em sete anos, 53% do total da despesa refere-se a despesa de investimento”.

DL

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