Ribeira Grande conquista prémio Município do Ano 2015

Ribeira Grande premio autarquia

A Ribeira Grande conquistou o prémio Município do Ano 2015, distinção atribuída esta quinta-feira na Gala que reuniu, no Teatro Circo, em Braga, os finalistas do concurso promovido pela Universidade do Minho. O município ribeiragrandense foi distinguido na categoria Regiões Autónomas.

Presentes na cerimónia estiveram o presidente e a vice-presidente da autarquia, Alexandre Gaudêncio e Tânia Fonseca, destacando o primeiro as mais-valias que um reconhecimento a nível nacional com projeção internacional pode trazer para o concelho em termos futuros.

Alexandre Gaudêncio salientou que com o “Ribeira Grande: Portas de entrada para a natureza do vulcão do Fogo”, fica evidenciado todo o mérito dos nossos colaboradores que se empenharam ao máximo na preparação do mesmo, seja ao nível da valorização ambiental ou da conservação do património natural.”

O projeto que a Ribeira Grande submeteu ao prémio Município do Ano 2015 está relacionado com os trabalhos de manutenção, geoconservação e de promoção da educação e sensibilização ambiental no monumento natural da Caldeira Velha, espaço que ao longo de 2014 recebeu cerca de 100 mil visitantes.

Alexandre Gaudêncio recordou que essa constatação também foi uma das premissas mais vincadas no Plano Estratégico para o Turismo, uma “ferramenta essencial que vamos ter em conta em termos de divulgação da Ribeira Grande nos próximos tempos. Temos que continuar a apostar naquilo que nos diferencia, naquilo que nos é característico, e a natureza oferece-nos essa possibilidade”, acrescentou.

A conquista do prémio Município do Ano 2015 constitui, sem dúvida, um fator motivacional acrescido para continuar o caminho trilhado até agora. “Nem poderia ser de outra forma”, reconheceu o edil, ciente que o reforço da aposta no turismo “poderá contribuir para que se gere melhores condições de emprego na Ribeira Grande e se crie mais economia local.”

Até agora, os trabalhos realizados ao nível da valorização dos espaços naturais, em particular com a implantação de percursos pedestres no Pico Queimado e na Ponta do Cintrão, para além dos trabalhos de manutenção e conservação da Caldeira Velha, já permitiram criar cerca de quarenta postos de trabalho.

DL/CMRG

Categorias: Regional

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